Lá vem chegando o verão…

O verão mesmo ainda demora um pouquinho pra chegar, mas a minha mãe…

Minha mãe chega hoje a tarde aqui no Rio!!! E vem trazendo sol e calor na bagagem!!! Depois de dias de frio, chuva e céu nublado, eis que o Rio de Janeiro finalmente tem sol e céu azul! Valeu mãe!!!! :)

Vou matar as saudades de mainha, nem acredito! E, claro, tirar muita foto pra compartilhar com vocês!

Beijos :*

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Perdãaaaoooo!!!

Pessoas da minha vida, mil perdões!!! Faz quase um mês que eu não posto no blog…

Que vergonha, hein? Eu podia dizee que foi porque minha vida não tem graça, nada de legal aconteceu nas últimas semanas, entrei num processo de inferno astral pós-aniversário…

authentic-drama-queen

Mas é tudo mentira! Minha maré de sorte e felicidade continua firme e forte – apesar de um ou outro drama… Claro, afinal, sem drama eu não seria eu mesma (sou a dramagirl, segundo Mery). Continuo vivendo “grandes” dramas e cada vez mais exageradamente dramática na hora de contar histórias. hahaha :D

Agora eu criei vergonha na cara e resolvi atualizar o blog todo, afinal tem MUITA coisa pra contar! Como vocês já sabem, gosto de postar meus “causos” com a data em que aconteceram – é bom, que minha memória pra datas anda mei podre, confundo tudo, um dia tem 50 horas e uma semana parece um mês – portanto, começo a postar hoje todos os acontecimentos de 16 de setembro pra cá, ok?

Os leitores de feed RSS talvez não recebam as atualizações, por causa da data, então convido-os a visitarem o blog pra ler minhas peripécias. Olha, vai valer a pena, viu? Digo logo. Apesar da minha fama, não é exagero nenhum dizer que tenho MUITA história pra contar!

Beijos enormes, com (um pouquinho de) saudades
da amiga/parente/amada Maga :)

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Snowboard in Rio

(este post está sendo escrito em 27 de outubro, mas faz de conta que foi em 20 de setembro, tá?)

Lembram da piadinha sobre o clima e os brasileiros??? Pois é, nem precisou chegar aos zero graus. Tivemos o Snowboard in Rio hoje, na praia de Botafogo!!! Definitivamente, este foi o evento mais FAIL de todos os tempos. Em todos os sentidos. Foi um fracasso atrás do outro.

As competições (teoricamente) iam de 9h as 16h, divididas em categorias masculinas e femininas. Eu, Rodrigo e Gazela (meu amigo Edgar, de Recife, que tava passando a semana aqui no Rio) nos encontramos no Catete e fomos andando pra Botafogo, onde chegamos por volta das 13h. Pra começar, deviam ser esperadas umas duas mil pessoas ali, mas se tivesse 300, era muito.

O evento era patrocinado pelo Guaraná Antarctica que, sabiamente, colocou uma propaganda gigantesca em frente à rampa, impedindo qualquer visão. Se a gente andasse muuuuito pra trás, podia ver o começo da rampa, onde os competidores se preparavam pra descer. Se a gente fosse pra frente, pra perto das grades de contenção (sim, grades pra separar os VIPS do povão), conseguia ver o fim da rampa, onde os competidores paravam. Ou seja, ver as manobras, nem pensar.

Tentamos nos deslocar pras laterais, na esperança de ver alguma coisa, mas a tentativa foi vã também. O Guaraná Antarctica tinha construído uns camarores que eram tipo umas tendas com umas pontas enormes que nos impediam (que surpresa ¬¬) de ver as coisas. Acabamos desistindo de ver essa porcaria dessa rampa e fomos pra perto do mar, molhar os pés e tirar fotos do pão de açúcar encoberto pelas nuvens. Sim, porque além de tudo o céu ainda estava super nublado – apesar do calor.

Pelo pouco que pudemos ver, no entanto, não perdemos nada. A neve da rampa derreteu toda num certo trecho, deixando só o chão mesmo, e aí todos os competidores se embolavam nesse mesmo lugar. Foi uma sucessão de cambalhotas laterais, cambalhotas frontais, bundas para o alto, cai, levanta e cai em seguida… foi tão ridículo, que eu já tava com pena dos competidores.

Aliás, os competidores, em si, já eram um grande fracasso. Eu esperava ver pelo menos um canadense na competição, já que se tratava de snowboard, mas não. O que eu vi foi um monte de brasileiro que deve andar de skate, passou 3 dias em Bariloche e acha que já sabe o suficiente pra brincar na neve. Claro, pra entrar no Snowboard in Rio tava de bom tamanho. Mas só nessa competição chinfrim do Rio mesmo, porque se qualquer um deles fosse se arriscar numa competição internacional, ia passar o maior vexame.

Os homens ainda eram melhores, mas as mulheres… ave maria… Sabem aquele terrível sentimento de vergonha alheia? Pronto. Fui eu, sentindo vergonha por elas. Gente, fica em casa. Vai brincar de pular amarelinha, sei lá.

Assim, os competidores eram PODRES DE RUINS mesmo, mas também eu acho que as condições da rampa não facilitaram. Além da falta de neve, os obstáculos estavam muito próximos uns dos outros, e aí se o cara quisesse deslizar numa barra aqui, já não tinha espaço pra desenvolver velocidade pra saltar uma outra coisa ali…

Por fim, tinhamos o locutor. Gente, o locutor… Mas o locutor… Putz grila!!! O locutor do Snowboard in Rio era o próprio FAIL em pessoa. Um horror!!! Aquele peste, com um sôtâque bizârrrrro de paulisssta, mêu, ficava falando em inglês o tempo todo. Sim, em inglês!!! Na certa, ele estava tentando se comunicar com os cinco estrangeiros fanfarrões que apareceram em Botafogo aquele dia pra dar umas risadas, né? Imaginem só a desgraça: inglês macarrônico com sotaque paulista.

“Wow! Beautiful!!! O competidorrr fulano de tal manobrânndo no eddie do bôrrrd (edge do board)”
”Oh, no! Oh shit! Ooooh shit!!! Fulano caiu!”
”C’mon everybody! Uhuuu!!! What’s up!!! Animação galêeeraa!”

PODRE.

Confiram as fotos:

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 Gazela e eu: polegares para baixo.

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A propaganda do Guaraná Antarctica atrapalhando tudo. 

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Eu e Rodrigo: polegares pra baixo, porque esse negócio tava muito ruim mesmo.

 

PS: pessoal, nada contra o Guaraná Antarctica. Adoro Guaraná. Acho muito melhor que Coca-Cola, inclusive. Mas que o Snowboard foi uma porquêra, foi!

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comemorações

(este post está sendo escrito em 19 de outubro, mas alterei a data de publicação para 16 de setembro, para fazer sentido!)

Bem, como alguns já devem saber, a comemoração do meu aniversário foi quase um fiasco. Assim, o momento foi/está sendo ótimo – ando muito feliz, coisas boas têm acontecido, tô adorando as aulas e fazendo amigos, mas a festa…

Pra começar, 16 de setembro caiu bem na quarta. Depois, tive um ligeiro probleminha de saúde que me impediu de beber por dez dias e tive que partir pra cerveja sem álcool. Por fim, eu ainda não conheço nem as pessoas, nem os lugares, né?

Há mais de um mês (muito mais de um mês, mas tudo bem) estava combinado que eu e Bill íamos comemorar meu aniversário comendo sushi. Fiz toda aquela pesquisa no Google e no Orkut, além de perguntar pros poucos nativos que eu conheço onde era legal de comer e a faixa de preços (por volta de 40 reais – saudades de Recife… auehaeuhaue).

Eu ia sair um pouquinho mais cedo da aula pra encontrar com Bill e íamos no LapaMaki. Na hora de sair de casa, vi que estava sem um tostão furado e tive que ir até o banco. Acabei me atrasando pra aula, mas tudo bem. Aí Bill liga pro meu celular, mas a ligação não completa. Passei uns quinze ou vinte minutos tentando falar com ele. Eu podia jurar que ele queria me encontrar mais cedo e achei ótimo porque minha barriga já tava roncando de fome – claro, pra comer rodízio de sushi e pagar quarenta reais, eu passei horas sem comer nada, né?

Volto andando pro albergue e quando finalmente consigo falar com Bill ele me diz que está muito gripado e que a gente deixa pra outro dia. ¬¬

Fiquei super desanimada, já tava muito atrasada e resolvi não ir mais pra aula. Atravessei a rua e fui no Museu da República ver se tinha algo bom no cinema e acabei assistindo um filminho lá (não lembro qual, sorry). Saí no cinema pouco depois do horário em que as aulas acabaram lá na Darcy e tentei ligar pra algumas pessoas, mas não consegui falar com ninguém. Como eu não apareci na Escola, a galera foi embora pra casa.

Fiquei parada na esquina pensando que desgraça que ia ser voltar pro albergue, assistir um pouco de TV, entrar na internet e ir dormir bem cedo. No meu aniversário. Pôco triste…

Nisso, meu telefone toca. Alguém me liga!!! É Pedro, meu amigo gaúcho lá da Darcy. Combino com ele de nos encontrarmos na Lapa, num barzinho que a gente sempre vai (todo mundo sempre vai). Nessa hora passa o Wilson, que me escoltou até o bar, mas foi embora logo depois. No caminho encontro o Christophe, também da Darcy, voltando pra casa. Nananinanão, pode dar meia-volta. Mais tarde Rodrigo se juntou à nós, e assim ficamos os quatro no boteco. Eles, tomando cerveja. Eu, tomando a sem álcool. Aliás, virei especialista em cerveja sem álcool esses dias!!! Mas isso já é assunto pra outro post!

Vejam aí algumas fotos da minha “festa” de aniversário :)

 

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Bavaria SEM ÁLCOOl. Sim, eu bebi.

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Eu e minha cerveja sem álcool.

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Rodrigo, capixaba.

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Pedro, gaúcho

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Christophe, francês

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Completando mais uma primavera!

Pessoas, há exatamente 25 aninhos eu estava saindo de dentro da barriga da minha mãe! Do túnel do tempo, hein? Pois bem, cá estou eu, em 16 de setembro de 2009, comemorando mais uma primavera! Ou um quarto de século! Ou meio cinquentenário! Ou uma geração! Ou Bodas de Prata, como preferirem :)

Hoje é meu aniversário!!!!!!!!!!!!! E eu tô muito muito muito muito feliz com essa nova fase que se inicia na minha vida - vixe, que frase brega, hein? Queria que vocês estivessem aqui no Rio pra compartilhar comigo esse momento!

Mas já que vocês não estão, não tem problema: a comemoração vai ser tudo! Ganhei muitos telefones e recadinhos no orkut, vou ganhar um netbook do meu pai, a visita da minha mãe no próximo mês, me comprei um vestido novo, lindo e barato, vou jantar com Bill num Sushi-bar na Lapa (Lapamaki) e depois vou encontrar os amigos que ganhei desde que cheguei no Rio!!!

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Tá na hora de soprar as velinhas!
Vamos cantar aquela musiquinha:
Parabéns! clapclapclap
Parabéns! clapclapclap
Pelo seu aniversário!

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